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ESSE BLOG TÊM O OBJETIVO DE TRAZER ATÉ VOCÊ, O DIA-A-DIA DE NOSSA IGREJA, ALÉM DE TRAZER PALAVRAS DE AMOR E EDIFICAÇÃO PARA SEU CORAÇÃO!!!

IGREJA A VOZ DE CRISTO - OLINDA

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Uma Igreja Comprometida com o Reino de Deus

PR JOÃO E SUA ESPOSA IR MARILUCE

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PROGRAMAÇÃO OFICIAL DA IGREJA A VOZ DE CRISTO - ATUALIZADA

Segunda: Dia do Culto nos Lares

Terça: Culto na Congregação do Pb. Jacy Valentim às 19:30hs

Quarta: Culto de Oração e Doutrina - Ig Voz de Cristo em Olinda às 19:30hs

Quinta: Culto na Congregação do Pr. João Evangelista às 19:30hs

Sexta: Círculo de Oração 09:00hs as 16:00hs e Culto da UNIFEM às 19:00hs

Sabado: Não tem programação Oficial

Domingo: Escola Bíblica Dominical - 9:00hs
Evangelismo - 14:00hs
Culto Evangelistico - 19:00hs

OBS:
* 3º Domingo de cada mês - Culto das Primicias.
* Último Domingo de cada mês - Santa Ceia.
* Último sábado de cada mês temos Culto Jovem.
* Todo penúltimo sábado temos Culto de Missões.
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RESPONSAVEIS PELO BLOG

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SEM.VICENTE LEÃO

quarta-feira, 13 de maio de 2009

MAIO - MÊS DA FAMILIA CRISTÃ


A DIFERENÇA QUE JESUS FAZ NA FAMÍLIA


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O casamento é o palco onde se desenrola os grandes dramas da vida. O casamento é o sonho de uns e o pesadelo de outros. É lugar de vida para uns e também ante-sala da morte para outros. É na família que celebramos as nossas vitórias e é também nela que curtimos a nossa dor mais amarga.

O texto de João 2.1-11, nos fala que Jesus foi a uma festa de casamento. Ele participa conosco dos nossos momentos de alegria Ele celebra conosco as nossas vitórias. Esse texto tem algumas lições que podem revolucionar sua vida e salvar o seu casamento:

1. Jesus é a pessoa mais importante a ser convidada para o casamento.
Jesus estava presente naquele casamento de Caná da Galiléia. Ele foi convidado e lá compareceu. A presença e a intervenção de Jesus naquele casamento salvou aquela família de um grande constrangimento. A maior necessidade das famílias hoje é da presença de Jesus. As pessoas não estão precisando tanto de mais dinheiro ou mais conforto, mas da presença de Jesus na família. Seu lar pode ter tudo: dinheiro, conforto, saúde, amigos e prosperidade, mas se Jesus ainda não é o centro da sua vida e do seu lar, está faltando o principal. Só Jesus pode satisfazer a sua alma e dar sentido pleno à sua vida e à sua família.

2. Mesmo quando Jesus está presente, os problemas acontecem.
Jesus estava presente, mas o vinho acabou na hora da festa. O vinho é símbolo da alegria. Muitos casamentos estão caminhando pela vida sem o vinho da alegria. Há aqueles que perdem a alegria mesmo na festa nupcial. Há casamentos que estão vivendo o drama do desencanto, da decepção e da amargura. Há muitos casais feridos, machucados e desiludidos. Há famílias que mesmo pertencendo ao Senhor, curtem a dor da separação, vivem o estigma da desarmonia e não conseguem experimentar a verdadeira alegria na vida familiar. Em algum momento da caminhada, a alegria foi perdida. Situações adversas e inesperadas conspiraram contra a família e a alegria ameaça ir embora.

3. Precisamos discernir com rapidez quando a alegria está acabando.
Maria, usando sua acuidade espiritual e sua profunda percepção feminina, livrou aquela família de um grande vexame. Ela percebeu que o vinho estava acabando e que alguma coisa deveria ser feita. Ela não ficou parada. Ela não guardou o problema só para ela. Ela tomou uma iniciativa. Ela estava ligada. Precisamos também estar com as antenas ligadas. Precisamos ter olhos abertos para ver o que acontece na família. Muitos casamentos naufragam porque os cônjuges não discernem as crises no seu nascedouro. Não agem preventivamente. Deixam o tempo passar e quando vão buscar ajuda já é tarde demais.

4. Precisamos recorrer à pessoa certa na hora da crise.
Maria buscou a Jesus. Ela levou o problema à pessoa certa. O segredo da felicidade conjugal não é a ausência de problemas, mas ter sabedoria e pressa para levar os problemas a Jesus. Muitos casais ao entrarem em crise, buscam solução onde não há solução. Cavam cisternas rotas onde não há água. Buscam ajuda em caminhos que só os fazem desviar mais da vereda da felicidade. Jesus é a resposta para a família. Ele é a solução de Deus para o lar. Precisamos levar os problemas da família e deixá-los aos pés de Jesus. Dele vem o nosso socorro. Do céu promana a nossa ajuda.

5. Precisamos obedecer e fazer o que Jesus manda.
Jesus mandou os serventes encher de água as talhas. Aquela ordem parecia absurda. Eles poderiam ter questionado, dizendo: nós não estamos precisando de água. O que está faltando aqui é vinho. Mas se queremos ver as maravilhas de Deus acontecendo na família, precisamos exercer uma pronta obediência às ordens de Jesus. Precisamos deixar de lado nossas racionalizações e fazer o que ele nos manda. Sempre que obedecemos a Jesus nossa vida é transformada. Sempre que o casal se dispõe a obedecer a Palavra de Deus, o vinho da alegria começa a jorrar de novo dentro do lar.

6. Precisamos ser guiados pela fé e não pelos nossos sentimentos.
Aqueles serventes não questionaram, não relutaram nem duvidaram da ordem de Jesus. Eles obedeceram prontamente. Eles creram e agiram. Eles encheram de água as talhas. Eles levaram a água ao mestre sala. Mas quando este enfiou a cuia dentro da água, um milagre aconteceu: a água se transformou em vinho. O milagre da transformação acontece quando nos dispomos a crer e a confiar. Quando fazemos o que Jesus ordena, mesmo que a nossa razão não consiga explicar, experimentamos as maravilhas divinas. Feliz é a família que vive pela fé. Bem-aventurada é a família que obedece a Palavra de Deus.

7. Quando Jesus intervém na família, o melhor sempre vem depois.
O vinho que Jesus ofereceu era de melhor qualidade. O costume era sempre oferecer primeiro o melhor vinho, depois servia-se o inferior. Mas com Jesus o melhor vem sempre depois. A vida com Jesus não tem decepções. O casamento não precisa ser uma descida ladeira abaixo. Com Jesus, o casamento é uma aventura cada vez melhor. Os melhores dias não foram os da lua de mel. Os melhores dias estão pela frente. Quando Jesus reina na família a vida conjugal se torna mais consistente, mais profunda, balsamizada por um amor mais maduro e sublime. Muitos casais, infelizmente, estão juntos por causa dos filhos; moram na mesma casa, dormem na mesma cama, mas o coração já está vazio de amor. Os sonhos de uma vida feliz já morreram. Mas, quando Jesus intervém, o amor é restaurado, a alegria volta a pulsar e a família experimenta os milagres do céu.

8. Quando Jesus intervém na família, as pessoas glorificam a Deus e passam a crer nele.
Não há milagre maior do que uma família transformada. Não há nada que promova tanto a glória de Deus do que ver um casamento sendo restaurado e uma família experimentando a alegria verdadeira, depois de um tempo de tristeza e dor. Os discípulos de Jesus passaram a crer nele depois desse milagre e muitos glorificaram a Deus. Jesus é o mesmo. Ele nunca mudou. Ele ainda continua fazendo maravilhas na vida das famílias. Ele pode restaurar também a alegria lá na sua casa. Ele pode mudar a sua sorte. Ele pode curar as suas feridas, restaurar a sua alma e refazer o seu casamento. Ele pode derramar amor em seu coração. Ele pode lhe dar capacidade de perdoar. Ele pode transformar o seu deserto árido em manancial. Ele pode fazer florescer no seu coração a esperança de uma nova vida, de um casamento restaurado, de uma família cheia de verdor e felicidade!

:: Porn Rev. Hernandes Dias Lopes


FONTE: Evangelica.com.br

A OPERAÇÃO DO ERRO


"A BÍBLIA NÃO TEM INSPIRAÇÃO DIVINA", AFIRMA BART EHRMAN, PROFESSOR DE RELIGIÃO E EX-CONSERVADOR, À REVISTA ´ÉPOCA´. E ESTE BLOG PERGUNTA: SERÁ?...


Por José Antonio Lima Adaptado por Artur Eduardo

Em entrevista a ÉPOCA, Bart Ehrman, professor de estudos religiosos da Universidade da Carolina do Norte, fala sobre seu novo livro, no qual debate as contradições dos evangelhos



POLÊMICA
Ehrman afirma que apenas oito dos 27 livros no Novo Testamento foram escritos pelos autores aos quais são atribuídos.
O americano Bart Ehrman cresceu em uma família religiosa e, quando adolescente, havia se tornado um evangélico fervoroso. O interesse pela Bíblia e por sua história o acompanhou a vida toda e hoje, após 35 anos de estudo, diz ter abandonado o Cristianismo por não acreditar que Deus poderia estar no “comando de um mundo cheio de dor e sofrimento”. Professor de estudos religiosos na Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill, Ehrman já escreveu 21 livros sobre religião, incluindo Verdade e Ficção em O Código Da Vinci, sobre o best-seller de Dan Brown, e O que Jesus Disse? O que Jesus Não Disse? – Quem mudou a Bíblia e por quê, que figurou entre os mais vendidos na lista do jornal The New York Times. Agora, em Jesus, Interrupted (ainda sem tradução), que será lançado no Brasil no segundo semestre, Ehrman tenta revelar as contradições da Bíblia, que provam, segundo ele, que o livro não foi enviado à humanidade por Deus.

ÉPOCA – De um tempo para cá temos visto um crescimento do número de títulos com críticas às religiões. O que está motivando os leitores?
Bart Ehrman – Há uma reação contra a direita conservadora do mundo religioso. Aqui nos Estados Unidos há vários líderes desse tipo que tiveram muita atenção da mídia por muito tempo, e as pessoas que estão do lado esquerdo deste espectro começaram a se incomodar. Muitos desses livros escritos por essas pessoas chamadas de "neo-ateístas" são uma representação deste movimento.


ÉPOCA – Alguns dos principais representantes do "neo-ateísmo" são Sam Harris e Richard Dawkins. Em um artigo recente da revista Time, o senhor reconheceu que compartilha leitores com eles. Mas o senhor se considera parte deste movimento?
Ehrman – Não me considero um ateu e não acho que estou fazendo a mesma coisa que esses autores. Eles têm feito coisas boas, mas estão atacando a religião sem conhecer muito. Quando eu escrevo, faço isso como alguém que já esteve profundamente envolvido com a Cristandade, mas que agora a rejeitou. Por isso, a minha perspectiva é completamente diferente.


ÉPOCA – O que fez o senhor passar de um fiel cristão a um “agnóstico feliz”?
Ehrman – Fui criado na Igreja Protestante e fui um cristão muito ativo por vários anos. Mas eu deixei a cristandade não por conta dos meus estudos históricos sobre a Bíblia, mas por não conseguir mais acreditar que poderia haver um deus no comando deste mundo cheio de dor e sofrimento.


"A Igreja acabou juntando duas visões, de que Jesus é humano e divino, e criou um conceito que não está escrito nem [no evangelho] de João e nem no de Mateus".


Capa do livro ´Jesus, Interrupted´, novo lançamento de Bart Ehrman.



ÉPOCA – Qual é o motivo de o livro se chamar Jesus, Interrupted [em tradução livre: Jesus, interrompido]? Quando e como ele foi interrompido?
Ehrman – O título significa que há inúmeras vozes diferentes falando no Novo Testamento. São autores diferentes, que possuem pontos de vista diferentes e que, muitas vezes, são conflitantes. Com tantas vozes assim falando no mesmo livro, muitas vezes é impossível escutar a voz do Jesus histórico, porque ele foi interrompido por outras pessoas.



ÉPOCA – E é possível definir qual é a maior contradição da Bíblia?
Ehrman – São muitas discrepâncias, mas é possível destacar duas. O apóstolo Paulo, por exemplo, acha que a pessoa chega a Deus apenas pela fé, e não pelo que faz. No capítulo 24 de Mateus, no entanto, nós lemos que boas ações levam ao reino dos céus. Essas duas visões são excludentes em um assunto determinante, que é a salvação. Também há visões diferentes sobre quem era Jesus. No evangelho de João, Jesus é Deus, mas nos textos atribuídos a Marcos, Mateus e Lucas não há nada sobre isso. No evangelho de Mateus fica claro que ele acredita que Jesus é um ser humano, e que é o Messias. A Igreja acabou juntando essas duas visões, de que ele é humano e divino, e criou um conceito que não está escrito nem em João e nem em Mateus. (* Sobre estes dois pontos especificamente veja o que escrevemos logo abaixo da entrevista, caro leitor. Grifo nosso.).



ÉPOCA – O senhor acha que essas discrepâncias fazem da Bíblia uma história falsa?
Ehrman – Eu diria que os diferentes autores da Bíblia tem versões diferentes da história e por isso é errado tentar fazer com que eles digam a mesma coisa. Há muitos erros na Bíblia e, mais importante que isso, há diferentes pontos de vista teológicos e isso precisa ser reconhecido.


"Na tradição católica a fé nunca foi sobre a Bíblia, mas sobre os ensinamentos da Igreja e sobre acreditar que Jesus é o filho de Deus"


ÉPOCA – Desde quando a Bíblia começou a ser questionada? De que maneira isso enfraquece a Cristandade?
Ehrman – As pessoas só começaram a notar essas diferenças na época do Iluminismo, no século XVIII. Antes disso, os estudioso da Bíblia eram teologicamente comprometidos com ela e não imaginavam que poderia haver erros. Essas descobertas são problemáticas especialmente para quem acredita que a Bíblia foi entregue a nós diretamente por Deus. Se isso ocorreu, por que não temos a Bíblia original? Por que temos apenas manuscritos escritos mais tarde e que não são iguais? Essas diferenças mostram que não existe um livro com inspiração divina que foi entregue a nós.


ÉPOCA – E como isso afeta especificamente a Igreja Católica?
Ehrman – Existem estudiosos na Igreja Católica que concordam com quase tudo o que está escrito em Jesus, Interrupted. Mas na tradição católica a fé nunca foi sobre a Bíblia, mas sobre os ensinamentos da Igreja e sobre acreditar que Jesus é o filho de Deus. E isso não muda se a pessoa perceber ou não os erros da Bíblia. É bem diferente do fundamentalismo cristão que é tão poderoso onde eu vivo, no sul dos Estados Unidos. Aqui as pessoas acham que você só poder ser cristão se acreditar totalmente na Bíblia.



Está a Bíblia tão cheia de erros assim? São as variações tão profundamente significativas que nós não podemos ter uma idéia real de quem foi o ´Jesus histórico´? Veja algumas evidências de que isto NÃO corresponde à verdade, neste curto vídeo.



ÉPOCA – Alguns críticos do seu trabalho, especialmente o líder evangélico James White, dizem que você quer destruir a fé cristã. O que você acha disso?
Ehrman – Estou tentando destruir o tipo de fé cristã de James White! (risos). Mas na verdade nada que eu faça pode destruir o Cristianismo. O problema é que há um certo tipo de fé cristã que diz que a Bíblia não tem erros e é infalível, e eu não concordo com isso. Eu não sou o único que pensa assim. As opiniões que estão descritas no meu livro são as mesmas da maioria dos estudiosos da Bíblia há muitas e muitas décadas, mas eles não costumam falar disso em público. Meu livro apenas pega o que os estudiosos dizem há muito tempo e torna disponível para os leitores normais.


ÉPOCA – Você recebeu muitas críticas de leitores por conta do livro?
Ehrman – Recebi e-mails de pessoas bravas e sei que na internet há muita gente contrariada. Dizem que quero destruir sua fé, que sou o anti-Cristo. Mas a maior parte dos que escrevem ficou grata pelo livro e feliz por eu ter dito essas coisas, já que suspeitavam desses erros, mas não tinham base teológica para questionar a Bíblia.

Fonte: G1

NOTA: Em relação ao (*) acima, creio que o dr. Ehrman destacou aquelas duas discrepâncias porque ele entende que as mesmas devem figurar entre as mais significativas, pois do contrário não teria feito. Quando ele fala do ´apóstolo Paulo´ está se referindo à teologia paulina, exposta nas 13 cartas do NT que lhe são atribuídas. Especificamente em relação à salvação pela fé, pode-se destacar o seguinte texto:
"Mas agora, sem lei, se manifestou a justiça de Deus testemunhada pela lei e pelos profetas; justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo, para todos e sobre todos os que crêem; porque não há distinção, pois todos pecaram e carecem da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus, a quem Deus propôs, no seu sangue, como propiciação, mediante a fé, para manifestar a sua justiça, por ter Deus, na sua tolerância, deixado impunes os pecados anteriormente cometidos; tendo em vista a manifestação da sua justiça no tempo presente, para ele mesmo ser justo e o justificador daquele que tem fé em Jesus. Onde, pois, a jactância? Foi de todo excluída. Por que lei? Das obras? Não; pelo contrário, pela lei da fé. Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé, independentemente das obras da lei. É, porventura, Deus somente dos judeus? Não o é também dos gentios? Sim, também dos gentios, visto que Deus é um só, o qual justificará, por fé, o circunciso e, mediante a fé, o incircunciso. Anulamos, pois, a lei pela fé? Não, de maneira nenhuma! Antes, confirmamos a lei.". Romanos 3:21-31.
Este é um texto bastante elucidativo quanto à teologia da salvação pela fé. Primeiramente, o pensamento sobre o qual Paulo se baseia para construir o texto da Carta aos Romanos é o que diziam ´a Lei e os Profetas´, em outras palavras, o Antigo Testamento. Seria de admirar que um conhecedor do Antigo Testamento, como era Paulo, e que escrevia a gentios e judeus que conheciam bem o Antigo Testamento ousasse falar acerca de algo sobre o quê não pudesse comprovar. É óbvio que todo o Antigo Testamento fala sobre o Messias e dá-lhe a conotação exata a partir da qual o Novo Testamento desenvolve a soteriologia (doutrina da salvação), sempre comprovando o que estava dizendo com o que já havia sido dito pelo AT. Contudo, é importante que visualizemos que Paulo está fazendo um contraste entre a possibilidade de salvação pela fé em Deus (e na pessoa de Cristo) e pelas obras da Lei, não se podendo confundir as ´obras´ (a) com quaisquer outras obras, e (b) que as obras de fé, perseverança e fidelidade para com Deus, conforme se registra em Mateus 24, não são a causa da salvação, mas a sua consequência. Assim, não são quaisquer ´obras´ que Paulo está frisando em Romanos; mas as que o autor está se referindo (que, segundo ele contrastam com Romanos, em Mateus 24) são exatamente tais tipos de ´obras´.

Ninguém pode ser salvo ´pelas obras da Lei´, e esta sim é a base de toda a teologia da salvação em Paulo. Por exemplo, em Gálatas 3:8-11 está escrito:
"Ora, tendo a Escritura previsto que Deus justificaria pela fé os gentios, preanunciou o evangelho a Abraão: Em ti, serão abençoados todos os povos. De modo que os da fé são abençoados com o crente Abraão. Todos quantos, pois, são das obras da lei estão debaixo de maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas escritas no Livro da lei, para praticá-las. E é evidente que, pela lei, ninguém é justificado diante de Deus, porque o justo viverá pela fé.".

O texto que Paulo cita, quando se refere a Abraão, é Gênesis 12:1-3:
"Ora, disse o SENHOR a Abrão: Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei; de ti farei uma grande nação, e te abençoarei, e te engrandecerei o nome. Sê tu uma bênção! Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão benditas todas as famílias da terra.".
Como os povos (famílias) poderiam ser abençoados em Abraão? Se fosse pelas obras da Lei, tal promessa não teria significação alguma. A expressão ´...todas as famílias´ não deve ser entendida no seu sentido literal, pois assim todos, sem excessão, seriam abençoados em Abraão. Isto não acontece justamente pelo fato de que o que deve ser enfatizado no texto é a predição da salvação a todos os povos da Terra justamente no ato em que o povo hebreu é formado, isto é, no ato da ´chamada´ de Abraão, o pai do povo hebreu (judeu). Quando o Novo Testamento afirma que ´Deus não faz acepção de pessoas´ está, geralmente, se referindo a isto: Que há salvação entre pessoas de todos os povos da Terra! Ainda em relação ao texto da Carta aos Gálatas, notamos que Paulo se apropria da idéia da ´justificação pela fé´ para, a partir do mesmo, melhor explicitar a salvação aos gentios pela fé. O texto usado provém do Livro do Profeta Habacuque, 2:4:
"Eis que a sua alma se incha, não é reta nele; mas o justo viverá pela sua fé."
De que forma o ´justo´ viveria ´pela fé´? Primeiramente, quem é ´o justo´? Evidentemente que mesmo pela teologia do Antigo Testamento o justo não pode ser aquele que vive pela Lei, pois é impossível a prática de todos os princípios da Lei. O ´justo´ é aquele a quem Deus imputa Justiça, e é por isso que esta palavra aparece 6 vezes em Romanos, capítulo 4! Neste mesmo capítulo, nos versículos 6 e 7 está escrito: "E é assim também que Davi declara ser bem-aventurado o homem a quem Deus atribui justiça, independentemente de obras: Bem-aventurados aqueles cujas iniqüidades são perdoadas, e cujos pecados são cobertos.".

Paulo se refere ao Salmo 32:1-2. Deus é quem imputa Justiça ou justifica e, pelo Salmo 32, por exemplo, já observamos que os judeus tinham o correto entendimento de que a Justiça de Deus provinha mediante o arrependimento dos pecados e da fé: "Confessei-te o meu pecado e a minha iniqüidade não mais ocultei. Disse: confessarei ao SENHOR as minhas transgressões; e tu perdoaste a iniqüidade do meu pecado." (vs. 5) e "Muito sofrimento terá de curtir o ímpio, mas o que confia no SENHOR, a misericórdia o assistirá." (vs. 10). Veja a última expressão em negrito e vermelho, prezado leitor; no original, o verbo é ´batach´ e está no particípio-ativo, o que poderia ser traduzido também por "...mas o que tem confiado no Senhor" ou "...mas, o que tem tido fé no Senhor". É óbvio que o ideário de justificação salvífica do indivíduo, a partir da ótica do Antigo Testamento, era de arrependimento, contrição e fé em Deus. A insuficiência da conquista salvífica a partir do cumprimento das obras da Lei é evidenciada na vida de Jesus Cristo e desenvolvida pelos escritores neotestamentários, mas não há qualquer tipo de conflito.

Isto é o que o Senhor Jesus diz no Evangelho de Mateus (e só nele): "Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir.". Mateus 5:17. Como ele poderia cumprir a Lei, se não fosse perfeito? É impossível o cumprimento da Lei haja vista que, como diz Tiago 2:10: "Pois qualquer que guarda toda a lei, mas tropeça em um só ponto, se torna culpado de todos.". Esta é a diferença em Cristo Jesus! Ele não poderia cumprir toda a Lei se fosse meramente humano, mas como Deus-homem, tendo a semente divina em sua concepção poderia cumprir toda a Lei, pois ele é o ideal (padrão) de homem, conforme a vontade de Deus. É curioso, notarmos, que é justamente Mateus (aquele que Bart Ehrman afirma ter retratado Jesus ´apenas como um humano´) quem mais fala sobre a concepção virginal de Jesus e da citação do anjo Gabriel, que aparece a Maria dizendo as seguintes palavras em Mateus 1:23: "Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e ele será chamado pelo nome de Emanuel (que quer dizer: Deus conosco).". Isto, por sua vez, é o cumprimento de uma profecia messiânica pronunciada em Isaías 7:14: "Portanto, o Senhor mesmo vos dará um sinal: eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho e lhe chamará Emanuel.".

Em tempo: O texto de Habacuque, capítulo 2, é justamente uma palavra de refrigério a todos os que sofrem injustiças e uma exortação grave àqueles que as cometem. É uma promessa de que os males morais, isto é, perpetrados pelo homem (que são os que, de longe, mais prejudicam ao próprio homem) serão um dia cobrados por Deus. Esta é a nossa confiança! Jesus Cristo ressalta este princípio nas ´bem-aventuranças´ do Sermão da Montanha, mais uma vez em Mateus, capítulo 5! Assim, o dr. Ehrman que diz perdido sua fé, não por causa dos seus "estudos históricos" acerca da Bíblia (que os levaram, vejam bem, às "conclusões" que ele escreve - e vende - em seus livros), mas por causa da incompatibilidade de Deus estar no controle de todas as coisas e o nosso mundo estar mergulhado em ´dor´ e ´sofrimento´. Penso que o dr. Ehrman deveria, então, escrever sobre isto e não ficar apontando as supostas (e mal relacionadas) contradições que ele encontra na Bíblia. Contudo, não é isto o que ele diz no prefácio do seu livro ´O que Jesus disse, o que Jesus não disse...´. Neste, ele afirma quase que categoricamente que sua fé feneceu por causa de pressuposições teológicas liberais com as quais teve acesso no período em que estudou em seminários liberais, nos EUA. Esta sua afirmação de que não consegue coadunar fé e sofrimento e, portanto, ser este o motivo de ele ter ´abandonado a Cristandade´ entra em franca contradição com o que ele disse (e parece ter se esquecido) no prefácio de ´O que Jesus disse...´.

Mas é assim mesmo. Estes que acusam tola e superficialmente a Bíblia de ter "erros" e "discrepâncias" incociliáveis são eles mesmos em suas argumentações cheios de contradições.

Em Cristo Jesus,
Pr. Artur Eduardo

sexta-feira, 17 de abril de 2009

IGREJA EVANGELICA PENTECOSTAL A VOZ DE CRISTO - VENHA NOS CONHECER


Gostaria de começas esta materia, falando de um texto que faz parte da historia da nossa Igreja. Mateus 11.28 "Vinde a mim todos que estais cansando e sobrecarregados e eu vos aliviarei" Esse texto nos mostra Que o Senhor sempre esta disposto a nos ajudar e aliviar os fardos que carregamos desta vida (problemas,limitações e etc)e acreditando nessa verdade queremos convidar você para nos conhecer, e deixar que Deus alivie o fardo da sua vida atravez da sua palavra e do seu agir maravilhoso atravez do seu espirito santo.Não queremos de maneira alguma dizer que a nossa é a certa ou a melhor,na verdade igreja não salva ninguem, mas e na igreja onde nós encontramos refrigerio espiritual e sentimos de uma forma melhor, a presença de Deus em nossas vidas.

A IGREJA EVANGELICA PENTECOSTAL A VOZ DE CRISTO, esta localizada na Rua Carlos Pena Filho 277 Jardim Fragoso Olinda PE,você tambem pode entra em contato conosco pelos telefones:3439-1798/88407009 e tambem pode entra em nosso entrar em nosso email
ig_vozdecristo_olinda@hotmail.com.

Nosso blog estará tambem sendo atualizado com todas as informações que vc precisa sobre nossa igreja e tambem materias devocionais e informativas para sua maior edificação e pesquisa contamos tambem com pastores e alguns outros irmão que sempre estão colaborando com nosso blog escrevendo materias e comentarios

No email você pode fazer perguntas e saber mais informações, tambem temos um dia de aconselhamento espiritual feito pelos lideres ministeriais de nossa igreja buscando ajudar no seu crescimento espiritual e devocional.

CONTAMOS COM A SUA PARTICIPAÇÃO EM NOSSO BLOG E ESPERAMOS A SUA VISITA!

sábado, 20 de dezembro de 2008

A CORONEL LOUCA COM SUAS TEORIAS MAIS LOUCAS AINDA


CORONEL FEMINISTA ESTADUNIDENSE ESCREVE LIVRO EM QUE DESCLASSIFICA A CONVERSÃO DO APÓSTOLO PAULO E CHEGA ATÉ A ACUSÁ-LO DE ´ESPIÃO ROMANO INFILTRADO NA IGREJA CRISTô

Recentemente, a Associated Press noticiou que a Coronel Rose Mary Sheldon, diretora do departamento de história no Instituto Militar da Virginia, co-escreveu o livro recentemente publicado Operation Messiah: St. Paul, Roman Intelligence and the Birth of Christianity (Operação Messias: São Paulo, o Serviço Secreto Romano e o Nascimento do Cristianismo). O livro indica que o Apóstolo Paulo pode ter sido um espião romano que falsificou sua conversão a fim de se infiltrar na igreja cristã primitiva. (?!?!?!?!?!?)

Gary Habermas é um ilustre professor de pesquisa e diretor do Departamento de Filosofia e Teologia na Universidade Liberty. Ele diz que até mesmo críticos liberais concordam em que o Apóstolo Paulo era sincero no que se referia à sua fé cristã. E de acordo com Habermas, eles também concordam em que Paulo escreveu pelo menos meia dúzia dos livros que se encontram no Novo Testamento.

“Uma das opiniões dos críticos agora — e estamos falando de pessoas que não levam a Bíblia a sério como a Palavra de Deus — esses estudiosos diriam que no mínimo esses relatos são autênticas recordações de Paulo acerca de sua vida”, diz o professor da Universidade Liberty, “e que no mínimo ele estava com sinceridade relatando o que ele pensava ser verdadeiro”.

Habermas argumenta que o Apóstolo Paulo conhecia pessoalmente outros apóstolos, tais como Pedro e Tiago — e que Paulo desempenhou papel essencial na propagação do Cristianismo ao redor do mundo.

Thijs Voskuilen, que co-escreveu o livro junto com Sheldon, escreve em seu blog que sua teoria com relação a Saulo de Tarso (o Apóstolo Paulo) como espião romano se originou quando ele digitou errado o nome do personagem de uma novela que ele estava escrevendo. Em vez de digitar “o mentiroso Paulo”, ele digitou “o mentiroso Saulo”.

Fonte: Julio Severo

NOTA: De acordo com o Julio, a autora do livro é uma coronel feminista. Seus ideais são, a priori, anti-cristãos. Logo, idéias estapafúrdias como esta não encontram sustentação em evidência histórica, mas nas pressuposições anti-cristãs de alguém que tem um estilo de vida contrário ao que orientam as Sagradas Escrituas. Assim, em termos acadêmicos, uma salada literária desta tem tanto valor histórico quanto uma nota de três reais. O problema é que tais publicações incrivelmente repercutem e causam muito, muito barulho...

Em Cristo Jesus,
Pr. Artur Eduardo

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

ROMENIA BANI EVOLUCIONISMO DE SUAS ESCOLAS


ROMÊNIA RETIRA EVOLUCIONISMO DO CURRÍCULO DE SUAS ESCOLAS

A Romênia retirou o ensino da teoria da evolução das escolas, possível resultado do aumento de uma tendência de conservadorismo na educação. Educadores afirmam que retirar esse conteúdo do currículo irá distorcer o entendimento das crianças de como o mundo foi criado. Ao mesmo tempo, as escolas religiosas continuarão ensinando que foi Deus quem criou o mundo em sete dias. A disciplina de biologia foi também reduzida para duas horas por semana para os últimos dois anos da escola secundária. No lugar da teoria da evolução, os alunos aprendem sobre ecologia e meio ambiente, conteúdos que, segundo um professor de biologia Romeno, as crianças acham “enfadonho”.

Em 2006, o ministro de Educação e de Investigação também retirou Voltaire, Camus e Nietzsche do currículo de filosofia. Esses três autores são conhecidos por serem críticos da religião. Atualmente, crianças romenas têm aulas de religião dos sete aos dezoito anos. Essas mesmas crianças também são ensinadas a ir à igreja aos domingos de manhã. Existem propostas para que aulas de religião sejam consideradas obrigatórias no sistema educativo, independentemente da opinião dos pais. Crianças que não assistem às aulas de Religião teriam que assistir aulas de Educação Religiosa e Moral.

(Macedônia Online)

Nota do jornalista Michelson Borges: Extremos para um lado ou para o outro são sempre objetáveis. Criacionistas conscientes e proponentes do design inteligente geralmente não são contra o ensino da teoria da evolução nas aulas de ciências/biologia (afinal, o darwinismo é uma das explicações para o “surgimento” da vida). O que se defende é o ensino crítico do darwinismo, que se apontem suas insuficiências epistêmicas e que se abordem as alternativas teóricas para a origem da vida.

Fonte: Criacionismo

Em Cristo Jesus,
Pr. Artur Eduardo

MAS UM CASO DE DISCRIMINAÇÃO AOS CRISTÃOS


POR ENVIAR UM E-MAIL DIZENDO ´AMAR O PECADOR E ODIAR O PECADO´, COMO RESPOSTA AOS INÚMEROS E-MAILS QUE RECEBEU EM SEU MICRO OS QUAIS INCENTIVAVAM A AGENDA GAY, POLICIAL INGLÊS É DEMITIDO SUMARIAMENTE!

O policial Graham Cogman. Em entrevista, ele disse que a demissão está “destruindo a ele e sua família”.


Um policial do Condado de Norfolk que foi demitido por citar a Bíblia com relação à imoralidade das relações sexuais homossexuais diz que ele está “totalmente devastado” com o que aconteceu.

“Era um emprego que eu adorava. Isso está destruindo a mim e a minha família”, disse o policial Graham Cogman ao jornal Daily Mail na semana passada.

Cogman foi demitido de sua posição no final de novembro depois que ele mandou um email citando passagens da Bíblia que denunciam a conduta homossexual, e outro email com link para um ministério nos EUA que busca curar os homossexuais de seu problema.

Cogman diz que enviou os emails depois de ser “bombardeado” com emails mandados por funcionários da delegacia de polícia que estavam promovendo a agenda gay, inclusive mensagens incentivando-o a usar uma fita rosa em homenagem ao “mês da história gay”. Em resposta a um email de um homossexual envolvido num caso homossexual na delegacia, Cogman citou o ditado cristão: “Amar o pecador e odiar o pecado”.

Não há registro algum de demissões e disciplina contra funcionários da delegacia que promovem a conduta homossexual.

Autoridades policiais afirmam que Cogman violou as normas da delegacia com relação a uso de computadores, bem como normas que exigem “cortesia e tolerância”, de acordo com uma notícia. “A conduta deste policial ficou bem abaixo do que esperamos de nossa gente”, disse o porta-voz da delegacia Ian Learmoth.

“No trabalho policial em geral há um sentimento de medo”, disse Cogman ao Daily Mail. “Há um preconceito claro contra a religião cristã — e todas as outras religiões — quando o assunto envolve uma opinião que critica o sexo homossexual”.

“A opção fácil para mim teria sido ficar de boca fechada, mas quando há tal preconceito contra um ponto de vista, como é que isso pode ser certo? Para mim, isso não parece igualdade e diversidade”, acrescentou ele.

O Rev. Martin Young, da Igreja de St. Andrew em Norwich, escreveu uma carta aberta à polícia de Norfolk denunciando as ações deles.

“As opiniões de Cogman não são radicais nem incomuns”, escreveu Young. “As opiniões dele estão de acordo com a compreensão pública da Igreja da Inglaterra, da qual ele é membro”.

“A frase ‘Amar o pecador e odiar o pecado’ é um ditado cristão comum que resume o dever do cristão de amar todas as pessoas, independente de suas escolhas de estilo de vida”, a carta continuou. “É de presumir que a política de diversidade deveria também proteger as opiniões cristãs”.

“Cogman deu respostas cuidadosas num espírito de abertura e honestidade, e por isso ele deveria ser elogiado, não punido”. Com a ajuda do Centro Legal Cristã, Cogman está apelando da decisão.

Fonte: O Verbo

NOTA: A demissão, em si, já é um ato claro de discriminação criminosa. Estas atitudes têm de ser combatidas com um amplo movimento público pois, até aonde sei, a maioria da população não aceita a agenda gay, não se identifica com a mesma e não seria a favor de algo sumário, criminoso e inconsequente como foi a demissão deste policial cristão. Aonde nós vamos parar?? Aonde estão os cristãos ingleses, pelo amor de Deus?... Escondidos debaixo dos bancos de suas igrejas?? Só ´UM´ Reverendo (Pastor) anglicano escreveu uma carta repudiando este ato hediondo?? Os bispos de TODA a Inglaterra deveriam se unir, pois isto fragiliza a instituição, imediatamente, e todo o Cristianismo, mediatamente. Este é o caminho que tem trilhado a ´pluralista´ Europa pós-cristã.... Lamentável, mesmo!

Em Cristo Jesus,
Pr. Artur Eduardo

MAIS UMA TENTATIVA FRUSTRADA DOS EVOLUCIONISTAS


RICHARD DAWKINS AFIRMA TER CRIADO PROGRAMA DE COMPUTADOR QUE SIMULA UM COMEÇO DA VIDA A PARTIR DE NÃO-VIDA, O ´SANTO GRAAL´ DOS EVOLUCIONISTAS... BEM, AO QUE TUDO INDICA, SUA DESCOBERTA NÃO PASSA DE UM JOGUINHO ENFADONHO QUE BURLA AS LEIS DA PRÓPRIA BIOFÍSICA

O grande nível de informação presente em cada ser vivo revela-nos a intervenção de uma mente inteligente, pois a informação é uma entidade imaterial que tem sempre origens inteligentes. Mas como “Inteligência” não pode fazer parte da ciência das origens, os evolucionistas fazem tudo para mostrar que ela surgiu por acaso e foi evoluindo através do erro genético.

Richard Dawkins desenvolveu o Weasel program, um software que pretende mostrar como a vida não tem uma causa inteligente. O programa de computador começa com uma sequência aleatória de 28 letras e espaços. A sequência é então copiada repetidamente, representando a reprodução biológica. São permitidos erros de cópia, representando as mutações. Sem grandes surpresas, em poucas gerações, a sequência vai de uma série de letras que nada dizem à sequência “ME THINKS IT IS LIKE A WEASEL“.

No primeiro teste vai de “WDLTMNLT DTJBKWIRZREZLMQCO P” a “ME THINKS IT IS LIKE A WEASEL“, em 43 gerações.

No segundo vai de “Y YVMQKZPFJXWVHGLAWFVCHQYOPY” ao mesmo resultado, em 64 gerações.

Et voilá, um programa de computador "prova" que não é necessária intervenção inteligente para a vida ficar mais complexa.

Ironicamente, em The God Delusion, Richard Dawkins fornece a explicação para o facto de o seu software ter chegado ao resultado esperado. Claro que ele não aplica aquilo que diz ao Weasel program, mas adequa-se na perfeição a este caso. Deliciem-se:


“Os computadores fazem o que lhes manda. Obedecem cegamente a quaisquer instruções que lhes sejam transmitidas através da linguagem de programação. É assim que desempenham coisas úteis, como processamento de texto e folhas de cálculo. Mas também há um subproduto inevitável, e que é o facto de terem um comportamento igualmente robótico quando se trata de obedecer a instruções erradas.

Não têm forma de saber se uma dada instrução vai produzir um bom ou um mau resultado. Limitam-se a obedecer, tal como se espera de um soldado. É a sua obediência incondicional que torna os computadores úteis, e é precisamente isso também que os torna inescapavelmente vulneráveis a infecções de vírus e vermes de software."


(Richard Dawkins em Deus, um delírio, pág. 216)

Este tipo de jogo de computador pode ser jogado por qualquer um e alcançará sempre o objectivo para o qual foi concebido. Por quê? Porque eles foram concebidos com determinado propósito. Os programas de computador não se criam a eles próprios. São criados pelo homem. Os valores são introduzidos pelo homem. No caso do exemplo de Dawkins, até as letras aleatórias iniciais não são, de todo, aleatórias. Elas foram introduzidas pelo programador.

Não é, então, de se ficar admirado pelo programa provar aquilo que o programador quer.



“A complexidade dos seres vivos não necessita da intervenção de um designer inteligente. É apenas o produto do acaso, como eu mostrei aqui.“

*Programador inteligente com inclinação 100% anti-Deus*

*Tecnologia do século XX, programada para produzir um resultado predeterminado*

Fonte: A Lógica do Sabino

O texto a seguir é do blog ´Expectativas´:


O ADN da mais pequena bactéria unicelular contém mais de 4 milhões de instruções (comandos de informação), que se encontram codificadas no ADN nas quatro “bases” da escada, com os nomes de A, G, C e T: são o alfabeto genético. Actuando como frases de um texto ou de um discurso, as instruções do ADN passam a informação necessária à formação de uma proteína ou algo semelhante que o organismo necessite para a sua reprodução ou alimentação.

O problema dos teóricos da “auto-organização” é que os mecanismos de criação de vida que eles defendem não explicam o método de geração do tipo de informação que o ADN contém. Os cenários da “auto-organização” da vida só se centram na “formação da ordem” e excluem a “informação complexa”. Esses teóricos gostam de utilizar o termo “complexidade” nos seus escritos, mas referem-se a padrões altamente organizados e intrincados da organização da matéria, mas ao fim e ao cabo não distinguem os cristais de quartzo de uma ameba. A teoria da “auto-organização” defende que as leis da física (e consequentemente as leis da química produzidas) causaram a formação da matéria viva. Mas esta ideia encontra um grande obstáculo: o simples facto matemático de que a informação genética contida no mais pequeno organismo vivo é muito maior do que o conteúdo de informação descoberto nas leis da física – como referiu Hubert Yockey, um dos físicos do Projecto Manhattan, no seu livro Information Theory and Molecular Biology. De onde nos chegou o enorme conteúdo de informação vital?

Esta dificuldade fundamental não é abordada pelos defensores da teoria da “auto-organização”. Mesmo que ignoremos este facto matemático fundamental, existe um outro problema: as leis da Física só produzem padrões regulares. O ADN (vida) requer padrões irregulares para a transmissão de informação através do código genético. Para usar uma analogia, a nossa língua utiliza um código (alfabeto), e se escrevermos as letras “ABC” de uma forma repetida ao longo de 1.000 páginas, teríamos um padrão regular, altamente ordenado e previsível (que são como as produzidas pelas leis da Natureza); mas se analisarmos “Os Lusíadas” verificamos um padrão irregular nas letras do alfabeto utilizadas, o que significa uma enorme quantidade de informação.

De igual modo, o ADN utiliza o seu código (A, G, C e T) numa combinação complexa e irregular, para transmitir o seu código genético. Uma lei física produz padrões regulares e previsíveis, como a lei da gravidade produz o fluxo de agua tépida no exemplo do tubo do duche de que se falou aqui. Se o ADN tivesse origem baseada nesse tipo de lei física, a sequência do ADN seria simples e repetitiva (tipo ABCABC) e sem muita informação, e seria incapaz de transmitir milhões de instruções como o faz o mais simples dos organismos (o químico Michael Polanyi reconheceu este facto em 1953 – fonte: Britannica). Da mesma forma que a informação contida n’Os Lusíadas não foi determinada pelos químicos utilizados na tinta das penas de Luís Vaz de Camões, assim a informação do código genético (ainda que codificada num alfabeto de 4 letras) não é determinada pelos elementos químicos desse seu alfabeto.
Podemos especular se um dia existirá uma teoria da “auto-organização” em condições de vingar. Neste momento, esta teoria é mais uma proto-teoria do que teoria propriamente dita.


Fonte: Expectativas

NOTA: Nem tudo o que um cientista diz é científico". Esta frase, do eminente apologeta Norman Geisler, traduz bem esta pataquada de Dawkins. Infelizmente, por não saberem nada de filosofia da biologia ou da ciência, muitos enveredam cegamente por este tipo de ´ilusão´ (ou seria ´delírio´), que está coberto com um verniz de ciência de botequim. E o pior: Livros como ´Deus, um delírio´ vendem uma barbaridade, mostrando que, como um sino de uma igreja, o Richard Dawkins faz muito, muito barulho... apesar de tocar uma nota só.

Em Cristo Jesus,
Pr. Artur Eduardo



O grande nível de informação presente em cada ser vivo revela-nos a intervenção de uma mente inteligente, pois a informação é uma entidade imaterial que tem sempre origens inteligentes. Mas como “Inteligência” não pode fazer parte da ciência das origens, os evolucionistas fazem tudo para mostrar que ela surgiu por acaso e foi evoluindo através do erro genético.

Richard Dawkins desenvolveu o Weasel program, um software que pretende mostrar como a vida não tem uma causa inteligente. O programa de computador começa com uma sequência aleatória de 28 letras e espaços. A sequência é então copiada repetidamente, representando a reprodução biológica. São permitidos erros de cópia, representando as mutações. Sem grandes surpresas, em poucas gerações, a sequência vai de uma série de letras que nada dizem à sequência “ME THINKS IT IS LIKE A WEASEL“.

No primeiro teste vai de “WDLTMNLT DTJBKWIRZREZLMQCO P” a “ME THINKS IT IS LIKE A WEASEL“, em 43 gerações.

No segundo vai de “Y YVMQKZPFJXWVHGLAWFVCHQYOPY” ao mesmo resultado, em 64 gerações.

Et voilá, um programa de computador "prova" que não é necessária intervenção inteligente para a vida ficar mais complexa.

Ironicamente, em The God Delusion, Richard Dawkins fornece a explicação para o facto de o seu software ter chegado ao resultado esperado. Claro que ele não aplica aquilo que diz ao Weasel program, mas adequa-se na perfeição a este caso. Deliciem-se:


“Os computadores fazem o que lhes manda. Obedecem cegamente a quaisquer instruções que lhes sejam transmitidas através da linguagem de programação. É assim que desempenham coisas úteis, como processamento de texto e folhas de cálculo. Mas também há um subproduto inevitável, e que é o facto de terem um comportamento igualmente robótico quando se trata de obedecer a instruções erradas.

Não têm forma de saber se uma dada instrução vai produzir um bom ou um mau resultado. Limitam-se a obedecer, tal como se espera de um soldado. É a sua obediência incondicional que torna os computadores úteis, e é precisamente isso também que os torna inescapavelmente vulneráveis a infecções de vírus e vermes de software."


(Richard Dawkins em Deus, um delírio, pág. 216)

Este tipo de jogo de computador pode ser jogado por qualquer um e alcançará sempre o objectivo para o qual foi concebido. Por quê? Porque eles foram concebidos com determinado propósito. Os programas de computador não se criam a eles próprios. São criados pelo homem. Os valores são introduzidos pelo homem. No caso do exemplo de Dawkins, até as letras aleatórias iniciais não são, de todo, aleatórias. Elas foram introduzidas pelo programador.

Não é, então, de se ficar admirado pelo programa provar aquilo que o programador quer.



“A complexidade dos seres vivos não necessita da intervenção de um designer inteligente. É apenas o produto do acaso, como eu mostrei aqui.“

*Programador inteligente com inclinação 100% anti-Deus*

*Tecnologia do século XX, programada para produzir um resultado predeterminado*

Fonte: A Lógica do Sabino

O texto a seguir é do blog ´Expectativas´:


O ADN da mais pequena bactéria unicelular contém mais de 4 milhões de instruções (comandos de informação), que se encontram codificadas no ADN nas quatro “bases” da escada, com os nomes de A, G, C e T: são o alfabeto genético. Actuando como frases de um texto ou de um discurso, as instruções do ADN passam a informação necessária à formação de uma proteína ou algo semelhante que o organismo necessite para a sua reprodução ou alimentação.

O problema dos teóricos da “auto-organização” é que os mecanismos de criação de vida que eles defendem não explicam o método de geração do tipo de informação que o ADN contém. Os cenários da “auto-organização” da vida só se centram na “formação da ordem” e excluem a “informação complexa”. Esses teóricos gostam de utilizar o termo “complexidade” nos seus escritos, mas referem-se a padrões altamente organizados e intrincados da organização da matéria, mas ao fim e ao cabo não distinguem os cristais de quartzo de uma ameba. A teoria da “auto-organização” defende que as leis da física (e consequentemente as leis da química produzidas) causaram a formação da matéria viva. Mas esta ideia encontra um grande obstáculo: o simples facto matemático de que a informação genética contida no mais pequeno organismo vivo é muito maior do que o conteúdo de informação descoberto nas leis da física – como referiu Hubert Yockey, um dos físicos do Projecto Manhattan, no seu livro Information Theory and Molecular Biology. De onde nos chegou o enorme conteúdo de informação vital?

Esta dificuldade fundamental não é abordada pelos defensores da teoria da “auto-organização”. Mesmo que ignoremos este facto matemático fundamental, existe um outro problema: as leis da Física só produzem padrões regulares. O ADN (vida) requer padrões irregulares para a transmissão de informação através do código genético. Para usar uma analogia, a nossa língua utiliza um código (alfabeto), e se escrevermos as letras “ABC” de uma forma repetida ao longo de 1.000 páginas, teríamos um padrão regular, altamente ordenado e previsível (que são como as produzidas pelas leis da Natureza); mas se analisarmos “Os Lusíadas” verificamos um padrão irregular nas letras do alfabeto utilizadas, o que significa uma enorme quantidade de informação.

De igual modo, o ADN utiliza o seu código (A, G, C e T) numa combinação complexa e irregular, para transmitir o seu código genético. Uma lei física produz padrões regulares e previsíveis, como a lei da gravidade produz o fluxo de agua tépida no exemplo do tubo do duche de que se falou aqui. Se o ADN tivesse origem baseada nesse tipo de lei física, a sequência do ADN seria simples e repetitiva (tipo ABCABC) e sem muita informação, e seria incapaz de transmitir milhões de instruções como o faz o mais simples dos organismos (o químico Michael Polanyi reconheceu este facto em 1953 – fonte: Britannica). Da mesma forma que a informação contida n’Os Lusíadas não foi determinada pelos químicos utilizados na tinta das penas de Luís Vaz de Camões, assim a informação do código genético (ainda que codificada num alfabeto de 4 letras) não é determinada pelos elementos químicos desse seu alfabeto.
Podemos especular se um dia existirá uma teoria da “auto-organização” em condições de vingar. Neste momento, esta teoria é mais uma proto-teoria do que teoria propriamente dita.


Fonte: Expectativas

NOTA: Nem tudo o que um cientista diz é científico". Esta frase, do eminente apologeta Norman Geisler, traduz bem esta pataquada de Dawkins. Infelizmente, por não saberem nada de filosofia da biologia ou da ciência, muitos enveredam cegamente por este tipo de ´ilusão´ (ou seria ´delírio´), que está coberto com um verniz de ciência de botequim. E o pior: Livros como ´Deus, um delírio´ vendem uma barbaridade, mostrando que, como um sino de uma igreja, o Richard Dawkins faz muito, muito barulho... apesar de tocar uma nota só.

Em Cristo Jesus,
Pr. Artur Eduardo